domingo, 2 de março de 2014

TURBINA CORIMBOSA OU RIVEA CORIMBOSA


Manto Branco - Lençol Branco, sensacional trepadeira nativa do Brasil. Trepadeira herbácea perene de crescimento muito vigoroso. Pertence à família das convolvuláceas (a mesma das Ipoméias) e é nativa do Brasil.
Seu grande atrativo ornamental é quando durante o outono e inverno fica totalmente recoberta de flores brancas com os centros escuros, florescendo de forma mais intensa durante as manhãs. As flores além de muito decorativas são melíferas. 
Os locais para plantio dessa espécie devem ser bem escolhidos devido ao crescimento vigoroso da planta podendo ser plantada em cercas, alambrados, grades, etc.
Lembrando que não deve ser misturada com outras trepadeiras, pois ela predominará sobre as outras em curto espaço de tempo.
Luz: Pleno sol.
Solos: Vários tipos de solos, preferencialmente os férteis e descompactados.
Clima: Tropical e subtropical.
Origem: América do sul, Central, E.U.A.,Cuba, México.

Usada pelos indios Mexicanos como alucinógeno.
AS SEMENTES MOÍDAS E COLOCADAS EM CACHAÇA, ETC...TORNAM-SE ALUCINÓGENAS. AS SEMENTES TEM PROPRIEDADE MEDICINAL.
O RESTANTE DA PLANTA NÃO APRESENTA PERIGO ALGUM
http://entheology.com/plants/turbina-corymbosa-ololiuqui/




terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

GREVILEA BANKSII OU GREVILEA ANÂ


GREVILEA BANKSII (GREVÍLEA ANÃ)

  • Nome Científico: Grevillea banksii
  • Nomes Populares: Grevílea, Grevílea-anã, Grevílea-de-jardim, Grevílea-escarlate, Grevílea-vermelha, Grevília
  • Família: Proteaceae
  • Categoria: Arbustos, Árvores, Árvores Ornamentais
  • Clima: Equatorial, Oceânico, Subtropical, Tropical
  • Origem: Austrália, Oceania
  • Altura: 1.2 a 1.8 metros, 1.8 a 2.4 metros, 2.4 a 3.0 metros, 3.0 a 3.6 metros, 3.6 a 4.7 metros, 4.7 a 6.0 metros, 6.0 a 9.0 metros
  • Luminosidade: Sol Pleno
  • Ciclo de Vida: Perene



FOLHAS: De coloração verde-acinzentadas na página (lado) superior e esbranquiçadas na inferior. De formato lanceolado e bem finas., com 5-10 cm de comprimento por 1cm de largura.

FLORES: De coloração vermelha e branco-creme, são bastante ornamentais e exóticas, ocorrem quase o ano inteiro, mas principalmente no inverno e primavera.

Nota: É considerada uma das plantas que mais atraem beija-flores devido a grande quantidade de néctar em suas flores.

FRUTOS: Cápsulas com bastante semente.






LUMINOSIDADE: Sol pleno.

ÁGUA: Mantenha o solo ligeiramente úmido, nunca encharcado,  regar 2 vezes por semana, não descuidar principalmente enquanto a planta ainda for jovem.

CLIMA: Quente e úmido ou ameno. Tolerante a geadas.

PODA: Pode ser realizada, poda de formação e retirada brotações laterais e galhos mal formados e secos.

CULTIVO: Gosta de solo fértil, que tenha bastante, matéria orgânica e boa drenagem.,

FERTILIZAÇÃO: Por ocasião do plantio, abra uma cova de 40 x 40 cm e misture na terra retirada cerca de 20 a 30 litros de esterco de gado bem curtido, se for de frango a quantidade deve ser cerca de 1/3. Pode também ser aplicado NPK, fórmula 04-14-08, cerca de 10 colheres de sopa, após 1ano aplicar de 3 a 4 vezes por ano, começando com 3 colheres de sopa e indo aumentando a medida que a planta for crescendo, sempre ao redor do caule,nunca junto a ele.

UTILIZAÇÃO: Principalmente devido sua baixa manutenção é muito utilizada em  praças públicas, mas fica maravilhosa em jardins isolada ou em grupos. Suas raízes não são agressivas.

PROPAGAÇÃO: Por sementes ou estaquia de ramos jovens.

Deixar as sementes de molho por pelo menos 24 horas antes de plantar. Isto aumenta a taxa de germinação. Plantar em substrato bem leve até poder fazer o repique, ou seja a troca para vasos maiores que deve ser feita quando elas estiverem com 7 cm.
Não enterrar as sementes no substrato e sim polvilhar com um pouco de substrato por cima, bem de leve. Requer temperatura acima de 20ºC para uma boa e mais rápida germinação. Se tudo der certo  após o plantio, começam a germinar em 8 á 10 dias, mas podem levar mais tempo dependendo do clima.

A minha experiência aqui no RJ, com plantio no verão, elas costumam brotar da terra em até 15 dias. Em climas frios usar o plantio em estufas ou micro estufas de germinação que podem ser feita em caixas plásticas transparentes ou em embalagens de bolo, pudim,etc..descartáveis..ou mesmo em garrafa pet. 

PLANTA MEDICINAL: Utilizada como essência floral no tratamento de algumas doenças.

PLANTA TÓXICA: As flores e vagens das sementes são tóxicas.

BOA SEMEADURA Á TODOS!!!

domingo, 16 de fevereiro de 2014

VIGNA CARACALLA - TREPADEIRA CARACOL (PLANTIO E CUIDADOS)

                                        VIGNA CARACALLA

A Vigna Caracalla, Phaseolus Caracalla, Corkscrew Vine ou Snail Vine, é uma trepadeira tropical, rara e exótica com belíssimas flores exóticas e suavemente perfumadas.

Sendo vigorosa e de rápido crescimento, é perfeita para cobertura de caramanchões, arcos, cercas, árvores e outros suportes no jardim.

Pode ser cultivada em vasos com apoio para subir e formar uma bela escultura de jardim.
O seu nome Vigna é uma homenagem a Dominico Vigna um botânico italiano do século 17, e caracalla pela cidade de Caracas na Venezuela .

As suas flores são papilionáceas, sustentadas em cachos pendentes, em tons de lavanda amarelo creme, rosa, lilás e branco em formato extremamente exótico.

A pétala superior é ovalada e a inferior é fortemente curvada, como uma concha de caracol.

Dicas de Cultivo:

Solo: solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica.
Regas: Regulares mas sem encharcar.
Luz:. Sol ou sombra parcial.
Clima: sendo tropical aprecia o calor e a umidade. Não tolera o frio ou geadas. Em países de clima temperado deve ser protegida em interiores ou casas de vegetação no inverno. Mesmo assim, ela pode perder as folhas no período frio, mas volta a brotar na primavera.
Propagação: Multiplica-se por estaquia, ou por sementes, que necessitam quebra de dormência, através de lixamento da casca e imersão em água por dois a três dias.
Floração: A floração ocorre na Primavera, Verão e Outono. As flores produzem néctar abundante e atraem diversos pássaros, borboletas e abelhas.










SEMENTES DE VIGNA CARACALLA


 MUDAS FEITAS A PARTIR DE SEMENTES (COM 1 MÊS)

Nome Científico: Vigna caracalla
·         Nomes Populares: Caracala, Flor-concha, Trepadeira-caracala, Trepadeira-caracalla
·          Família: Fabaceae
·         Categoria: Trepadeiras
·         Clima: EquatorialSubtropicalTropical
·         Origem: América CentralAmérica do Norte, América do Sul
·         Altura: 4.7 a 6.0 metros (PODE CHEGAR Á MAIS DE 10 METROS)
·         Luminosidade: Sol Pleno
·         Ciclo de Vida: Perene

A caracalla é uma trepadeira perene, leguminosa, volúvel e tropical, com belíssimas flores exóticas e suavemente perfumadas, porém ainda pouco conhecida e difundida. O nome caracala significa que vem de Caracas, na Venezuela. Da mesma família  da ervilha, essa trepadeira de textura herbácea é capaz de crescer de 6 a 8 metros em condições ideais de cultivo. Suas folhas são trifoliadas, alternadas, longas, pecioladas, com folíolos ovalados, acuminados, glabros, de cor verde e com margens inteiras. A floração ocorre no primavera, verão e outono. As flores são papilionáceas, sustentadas em cachos pendentes. Eles variam do branco, verde ao amarelo com pétalas arroxeadas a róseas, em surpreendentes degradées. A pétala superior é ovalada e a inferior é fortemente curvada, como uma concha de caracol. As flores produzem néctar abundante e são atrativas para abelhas e colibris. Os frutos são vagens cilíndricas, alongadas e esverdeadas e comestíveis.
Vigorosa e de rápido crescimento, a caracalla é uma opção perfeita para cobrir caramanchões, pergolados , treliças, arcos, cercas, árvores e tantos outros suportes no jardim. Também pode ser plantada em vasos, desde que lhe seja oferecido suporte. Curiosidade: A caracalla era uma das plantas preferidas de Thomas Jefferson, ex-presidente dos Estados Unidos, que a cultivava no Palácio Monticello.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Planta tipicamente tropical, aprecia o calor e a umidade. Não tolera o frio excessivo ou geadas. Em países de clima temperado deve ser protegida em interiores ou casas de vegetação no inverno. Mesmo assim, ela pode perder as folhas no período frio, mas volta a brotar na primavera. Também pode ser cultivada sob meia-sombra, mas neste caso a floração é reduzida. Multiplica-se por estaquia, alporquia ou por sementes, que necessitam quebra de dormência, através de lixamento da casca e imersão em água por dois a três dias.



Como podar a (Vigna caracalla)

A caracala (Vigna caracalla), da família Fabaceae, é comumente chamada de vários nomes, incluindo flor-concha, trepadeira-caracala e trepadeira-caracol. Essa planta é nativa de regiões tropicais da América Central e América do Sul. É cultivada como uma planta anual em regiões frias e como uma perene em locais mais quentes. Essa videira de crescimento rápido atinge de 3 a 6 m de altura em uma estação e produz flores vistosas e cheirosas que atraem borboletas, abelhas e pássaros. Os cuidados da caracala incluem a poda.


Instruções
1  Corte as partes da caracalla que estiverem doentes, danificadas ou mortas sempre que necessário. Faça o corte em uma região saudável da planta em um ângulo de 45°.
2  Se estiver removendo partes doentes da videira, esterilize a tesoura de poda com álcool antes de usá-la novamente para não espalhar a doença. Descarte as partes removidas.
3 Para controlar seu tamanho e forma, pode a caracalla, conforme necessário, durante a estação de crescimento. Sempre que possível, deixe a videira com sua aparência natural.
4 Pode a videira até a base a cada dois ou três anos se ela estiver crescendo em árvores. Esse procedimento é necessário para que as árvores não sejam danificadas.
5 Apare a videira todo outono ou início de inverno em áreas de climas frios, que costumam matar a planta. Espere a videira murchar e morrer primeiro para então podá-la até sua base. Em muitos locais, a videira retornará na primavera quando o clima esquentar novamente.


GERMINAÇÃO 
Para facilitar a germinação existe um truque, tem que fazer um corte (com muito cuidado!!) bem perto da parte da semente onde a raiz sairá. Use um corta-unhas e somente corte uma lasquinha (perto de onde a semente foi anexada à vagem). Após disto coloque as sementes em água QUENTE(50º) e deixe as por 24hrs (água quente que esfriará naturalmente). Verifique se as sementes absorveram água (estarão de tamanho um pouquinho maior), se não deixe mais umas horas em molho, e depois plante em copinhos de plástico, usando substrato (ou terra muito leve se não tiver acesso a substrato), em um lugar com muita luz  mas sem sol direto. Molhe abundantemente sem encharcar e não deixe secar,
Uma vez que você verifique a brotação coloque os copinhos onde peguem algumas horas de sol por dia, para ir acostumando as plantas aos poucos ao sol pleno. 

CULTIVO

Uma vez estabelecidas as mudinhas crescem RAPIDAMENTE. Resistem ao calor e as baixas temperaturas desde que não sejam extremas.

Sendo uma TREPADEIRA, você deve providenciar suporte para seu crescimento. Pode ser podada. Deve ser protegida de geadas. Irrigação, normal.
Pode ser cultivada em vasos. Cultivar em sol pleno, ou sombra pacial.




MUDAS DE VIGNA CARACALLA (SOB ENCOMENDA)
PRODUZO MUDAS SOB ENCOMENDA.
TENHO SEMENTES PARA VENDA.
CONTATO:SCHWACKE@IG.COM.BR.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

CATTLEYA QUADRICOLOR




Nome comum: Cattleya de quatro cores
Habitat:  Colômbia. A Cattleya quadricolor cresce no alto das árvores, onde se encontra exposta à luz brilhante e intensa e uma leve brisa. Pode ser encontrada crescendo na encosta oriental da cordilheira dos Andes.

Tamanho da planta: Média. Unifoliada. A Cattleya quadricolor tem bulbos altos com comprimento de 12 polegadas (30 cm), e folha verde escura. Nova brotação começa no outono (no hemisfério norte) e o crescimento acontece durante o inverno. As folhas são flexíveis e podem ser enroladas e não quebram. Similar em aparência a  Cattleya trianae.  Os pseudobulbos descansam antes de produzir flores.

Tamanho da flor: 7 polegadas (16 cm). Existem cruzamentos que geram flores maiores de até 20 cm.

Flor : Perfumada. A Cattleya quadricolor  produz de 2 á 4 flores em uma haste curta. As flores não abrem totalmente e são em concha ou em forma de sino. As pétalas e sépalas são largas. A principal cor da flor é branco com rosa, amarelo, roxo e as marcações no labelo. Já existem cruzamentos que geram flores de boa textura e excelente armação e flores acima dos 16 cm.

Época de Floração: Inverno

Temperatura: Clima intermediário.

Informações de cultivo: Fácil de cultivar com atenção nas regas.

Luz: Gosta de muita luz.

Umidade: Fornecer 80-85 por cento de umidade na maior parte do ano. Sua média aceitável de umidade no verão pode cair na faixa de 75-80 por cento. As que eu cultivo aqui no Rio de Janeiro agüentam bem menos umidade relativa então concluo que a planta se adapta bem a qualquer lugar do país.

Água: As plantas devem ser regadas regularmente durante todo o ano, mas devem escorrer bem após molhar. A Cattleya quadricolor é mais tolerante com a umidade excessiva do que a maioria das outras espécies de Cattleyas mas não gostam de ficar encharcadas. Devem secar o mais rápido possível antes da próxima rega. Ambiente úmido é altamente favorável ao seu cultivo.

Informações gerais: Pode ser cultivada como a maioria das Cattleyas sempre observando que não gostam de ficar encharcadas por muito tempo. Devem secar entre uma rega e outra. Preferem a umidade do ambiente ao substrato molhado por muito tempo. Se ficarem encharcadas por muito tempo a podridão radicular é quase uma certeza. Em regiões de clima quente podem ser cultivadas até em placas de xaxim. Eu particularmente (NO RJ), uso cachepo de maçaranduba que é bem arejado com casca de macadâmia e carvão e no fundo uso pedras de brita. Vão muito bem com casca de pinus+carvão. Nunca use chips de coco ou fibra, pois além de demorar mais pra secar pode criar fungos. Sou contra o chips de coco por experiência própria. Pode-se usar em climas mais quentes vaso de plástico bem furado e arejado com as mesmas misturas citadas acima ou vaso de barro que elas também vão muito bem. O fator primordial para o cultivo da Cattleya Quadricolor é prestar atenção nas regas.
Replantio ou divisão da planta: Só devem ser replantadas ou feita divisão quando o broto novo já estiver com raiz, pois a planta sentirá menos apesar de serem plantas fortes. Aqui no RJ só tenho que regá-la com mais freqüência no verão pois  elas crescem bem rápido. Costumo dividir a planta dentro do cachepo. Corto a planta na metade ou seja, se tiverem 8 bulbos divido 4 e 4 e deixo ela fornecer novos brotos e assim que tiverem maiores tiro uma das metades e replanto e deixo a outra metade no cachepo. Uso esse sistema para a maioria das minhas orquídeas e assim evito a possível perda do corte.

Adubação: Uso normalmente 20-20-20 (Plant prod) em doses pela metade da indicada e com mais freqüência. No verão adubo duas vezes por semana diminuindo o ritmo no inverno. Bokashi de 2 em 2 meses e o adubo a base de fungo micorriza feito pelo Dr.Machado de Campos (excelente para enraizamento, crescimento e brotação e não queima a planta). Esta é a base de adubação de todas as minhas orquídeas. Elas florescem perfeitamente e abundantemente. Nada de outras formulações de adubos a não ser para plantas jovens.
Por ser uma planta rústica se dá bem em todo lugar e volto a frisar que o pulo do gato é a atenção quanto ás regas. Se tiver muita umidade nem será preciso regas muito constantes. Cada local é um local diferente. Isso é regra para todos os tipos de orquídeas. No mais , usem a imaginação que encontrarão a medida certa para o cultivo da C. Quadricolor. Vão bem em tronco de árvores sobre local que tenha um lago que pode ser artificial (mais um exemplo de cultivo).

Sinônimos: Cattleya chocoensis
Estou á disposição se precisarem/schwacke@ig.com.br 
20/12/2013

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Aerides houlletiana x (Korat Koki x houlletiana)


Aerides houlletiana

Aerides houlletiana Rchb.f., (1872).

Conhecida também como:
Aerides falcata var. houlletiana (Rchb.f.) H.J.Veitch, (1887).

Sinônimos:
Aerides picotiana Rchb.f., Gard. (1888),
Aerides platychila Rolfe, (1893).

Tamanho das flores: 2.7 cm; 18 flores em cada inflorescência.

Floração: Fim da primavera/Ínicio do verão





Outras nuances da Houlletiana





Aerides Rita Beltrame x Aerides multiflora

Aerides Rita Beltrame x Aerides multiflora




Aerides Rita Beltrame

Aerides Pramote

Híbrido de Aerides houlletiana X Aerides flabellata



Aerides Mirabeau

Cruzamento entre Aerides flabellata and Aerides quinquevulnerum







Aerides Max Lewis

Cruzamento entre  Aerides odorata X Aerides jarckiana









Aerides Korat Koki x Aerides odorata

Aerides Korat Koki x Aerides odorata




Aerides Korat Koki

Aerides Korat Koki

Híbrido de  Aerides houlletiana X Aerides lawrenciae criado em 1991




Aerides Korat Koki (Dark Color)





Aerides Hermon Slade

Aerides Hermon Slade

Aerides Hermon Slade é o resultado do cruzamento entre  Aerides lawrenceae X Aerides fieldingii (  rosea ) em 1954.



Aerides Bangkok

Aerides Bangkok

Aerides Amy Ede


Aerides Amy Ede

Aerides Chiara Maree

Aerides Chiara Maree
Aerides multiflora x Aerides flabellata






 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

CURIOSIDADES - MEDNILLA MAGNIFICA

                                                           CURIOSIDADE                              MEDNILLA MAGNIFICA






Nome Científico: Medinilla magnifica
Nome Popular: Medinila, Uva-rosa

Família: Melastomataceae

Divisão: Angiospermae

Origem: Filipinas

Ciclo de Vida: Perene

A medinila é uma planta arbustiva, de textura semi-lenhosa e florescimento ornamental. Seus ramos são quadrangulares, alados, frágeis, pouco ramificados e eretos. Eles crescem lentamente e podem atingir até 2 metros de altura. As folhas são sésseis, opostas, grandes, verde-escuras, cerosas, brilhantes e com nervuras claras e bem marcadas. As inflorescências pendentes, surgem na primavera e verão e são muito duráveis. Longas, elas chegam a 30 cm de comprimento, e apresentam brácteas e flores róseas dispostas em cachos, como se fossem uvas, o que lhe rendeu o nome popular "uva-rosa".

A medinila pode ser utilizada isolada ou em grupos. Ela é perfeita para compor conjuntos com outras plantas tropicais, como alpínias, helicônias, gengibres, formando suaves contrastes de texturas e cores. Por ser uma planta vistosa, mas ainda rara e exótica, causa impacto aos espectadores de sua beleza e tem sido utilizada em jardins contemporâneos e tropicais. Como seu crescimento é demasiado lento, ela necessita pouca manutenção e podas. Curiosamente, as medinilas são muitas vezes encontradas epífitas (sobre as árvores) nas Filipinas, seu local de origem.

Devem ser cultivadas sob meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e mantido úmido. Não tolera o frio intenso ou encharcamentos. Necessita ao menos 4 horas diárias de luminosidade indireta pela manhã ou pela tarde para que floresça satisfatoriamente. Planta tipicamente tropical, a medinila aprecia a umidade ambiental e pode ser plantada no litoral, em estufas úmidas ou em ambientes internos. Adubações orgânicas mensais na primavera e verão estimulam uma folhagem vigorosa e florações intensas. Multiplica-se por sementes ou estacas.

Autor: Raquel Patro
SITE:www.jardineiro.net
AERIDES ODORATUM







Descrição
Aerides odorata Lour., Fl. Cochinch.: 525 (1790).
Sinônimos
Aeeridium odorum Salisb., Trans. Hort. Soc. London 1: 295 (1812).
Aerides ballantiniana Rchb.f., Gard. Chron., n.s., 24: 198 (1885).
Aerides cornuta Roxb., Fl. Ind. ed. 1832, 3: 472 (1832).
Aerides dayana Guillaumin in H.Lecomte, Fl. Indo-Chine 6: 466 (1933).
Aerides flavida Lindl., Paxton's Fl. Gard. 2: 101 (1851).
Aerides jucunda Rchb.f., Hamburger Garten- Blumenzeitung 16: 281 (1860).
Aerides latifolia (Thunb. ex Sw.) Sw., Neues J. Bot. 1: 89 (1806).
Aerides micholitzii Rolfe, Orchid Rev. 12: 181 (1904), nom. nud.
Aerides nobilis R.Warner, Select Orchid. Pl. 1: t. 11 (1865).
Aerides odorata f. immaculata (Guillaumin) M.Wolff & O.Gruss, Orchid. Atlas: 32 (2007).
Aerides odorata subvar. immaculata Guillaumin in H.Lecomte, Fl. Indo-Chine 6: 466 (1934).
Aerides odorata var. annamensis Costantin, Bull. Mus. Natl. Hist. Nat. 23: 55 (1917).
Aerides odorata var. ballantiniana (Rchb.f.) A.H.Kent in H.J.Veitch, Man. Orchid. Pl. 7: 78 (1891).
Aerides odorata var. birmanica Rchb.f., Gard. Chron., III, 3: 272 (1887).
Aerides odorata var. demidovii Linden, Lindenia 1: t. 14 (1885).
Aerides odorata var. micholitzii (Rolfe) Guillaumin, Bull. Mus. Natl. Hist. Nat., II, 34: 411 (1963).
Aerides odorata var. pallida Guillaumin, Bull. Mus. Natl. Hist. Nat., II, 34: 411 (1962).
Aerides reichenbachii Linden, Wochenschr. Gärtnerei Pflanzenk. 1: 61 (1858).
Aerides reichenbachii var. cochinchinensis Rchb.f., Gard. Chron. 1880(2): 620 (1880).
Aerides rohaniana Rchb.f., Gard. Chron. 21: 206 (1884).
Aerides suaveolens Blume, Rumphia 4: 53 (1849), nom. superfl.
Aerides suaveolens var. virens (Lindl.) Blume, Rumphia 4: 53 (1849).
Aerides suavissima Lindl., J. Hort. Soc. London 4: 264 (1849).
Aerides virens Lindl., Edwards's Bot. Reg. 29(Misc.): 41 (1843).
Aerides wilsoniana auct., Gard. Chron. 23: 705 (1885).
Epidendrum aerides Raeusch., Nomencl. Bot., ed. 3: 265 (1797).
Epidendrum odoratum (Lour.) Poir. in J.B.A.M.de Lamarck, Encycl., Suppl. 1: 385 (1810).
Limodorum latifolium Thunb. ex Sw., J. Bot. (Schrader) 2: 234 (1799).
Orxera cornuta (Roxb.) Raf., Fl. Tellur. 4: 37 (1838).
Polytoma odorifera Lour. ex B.A.Gomes, Mem. Acad. Real Sci. Lisboa, 2 Cl. Sci. Moraes, n.s., 4(1): 30 (1868).
Natural/País
China à Asía Tropical
Etimologia
O nome do gênero Aerides (Aer.) da latinização das palavras gregas: αÞρ, αÝρος (aér, aéros), que significa "ar", e ειδος que significa "aspecto exterior", "semelhança", ou "modo de ser", aludindo ao modo de vida epífita destas plantas, que , aparentemente, se alimentam de nada, mas somente do que a atmosfera lhes oferece.
Características
Planta segue no cachepot conforme a foto. Esse lote está muito bonito com planta grandes e muito saudáveis. Grande oportunidade!!!
Curiosidades
Planta que bifurcam com facilidade formando lindas touceiras, além do agradável perfume.

Clima


Subtropical - Com um mês no mínimo e no máximo oito em que a média térmica é inferior a 20°C.

Habitat


Epífita – Vive sobre árvores, se cultivam muito bem em vasos.

Luminosidade


50% sombreamento

Planta/Tamanho


acima de 50 cm.

Flor/Tamanho


até 5 cm. diâmetro.

Floração


Primavera

Cor


Branca ( Alba )
Lilás

Haste Floral


Cacho Pendente
Multifloral

Perfume


Sim
Forte

Duração floração


Até 45 dias.

Vaso


Barro
Caixeta
Pote Plástico

Substrato


Chips de Coco
Sphagnum
Substrato Misto (Fibra de coco, pínus e carvão)

Umidade/Regas


Constantes - Plantas com necessidades de umidade constante.

Cultivo


Média experiência